Itu

O Ambiente Móvel da Secretaria do Meio Ambiente fez sua última parada do ano no município de Itu. O encontro ocorreu na sexta-feira (24), das 8h às 17, no auditório da Secretaria de Educação do município e reuniu prefeitos e interlocutores da região. No período da manhã, os participantes assistiram palestras onde foram abordados temas ligados às diretivas do Programa Município VerdeAzul (MVA).

À tarde, eles puderam tirar dúvidas e encaminhar suas pendências ambientais diretamente com os dirigentes e especialistas dos órgãos do Sistema Ambiental Paulista, todos envolvidos com os temas expostos na parte da manhã e no âmbito do PMVA.

O secretário do Meio Ambiente Maurício Brusadin esteve em Itu para falar da importância de a Secretaria do Meio Ambiente circular pelo estado. “Precisamos de momentos como esse para dialogar com o cidadão. É aqui, ouvindo vocês, que aprimoramos nossas políticas públicas”. Brusadin também fez um balanço dos três meses à frente da pasta e falou, sobretudo, sobre suas prioridades: o Município VerdeAzul e a gestão dos resíduos sólidos, cuja solução está na criação dos consórcios. “O programa completa 10 anos como um dos mais importantes para o meio ambiente. Ele deveria ser estendido para todo o Brasil.”

O secretário finalizou discorrendo sobre a solução para os aterros. “Tão logo assumimos, criamos um grupo para estudar especificamente esse assunto. Os aterros do século 21 têm que gerar energia. Já fizemos reuniões com representantes de diversos países, que estão interessados em investir nesse segmento. Com uma infraestrutura organizada, todo mundo vai ganhar, sobretudo o meio ambiente.”


Centro de Experimentos Florestais da SOS Mata Atlântica

A agenda de Mauricio Brusadin prosseguiu com uma visita ao Centro de Experimentos Florestais da SOS Mata Atlântica, que neste ano completou 10 anos de atividade. Ele foi instalado numa antiga fazenda de café na região de Itu, para se tornar uma referência na área da restauração florestal.

As atividades do Centro mostram que conservar os recursos naturais e restaurar os ecossistemas da Mata Atlântica é algo possível, e contam com a participação de um amplo corpo de funcionários, como engenheiros florestais, biólogos, educadores e viveiristas. Lá funciona um viveiro com capacidade de produzir 750 mil mudas de 110 espécies nativas da Mata Atlântica por ano, que são implantadas em projetos na região e dentro da própria fazenda.

Texto e fotos: Dirceu Rodrigues